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Coisas que só a minha cabeça se lembra...

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Não sei se serei a única a ter momentos destes, mas ultimamente têm sido tão recorrentes que até assusta. Serei só eu a querer desaparecer mas querendo ser encontrada? Eu nem sei explicar bem. É um pouco aquela vontade de sair de cena, isolar-me... mas com o desejo e esperança de que alguém me encontre.  Confuso? Claro... nem outra coisa já espero da minha cabeça. Sinto falta da minha solidão ao mesmo tempo que não quero estar sozinha. Mas também tenho a sensação de que, neste momento, ninguém consegue "encontrar-me"... E isso deixa-me exausta... sinto a mente esgotada mesmo... a precisar de um reset. Ainda bem que o ano já está a terminar. Pode ser que o próximo seja mais tranquilo.  A vossa "overthinker" Tania

Medos, parte III

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Porque temos medo? Não me refiro a medos por traumas, esses são compreensíveis. Refiro-me a medos irracionais.  Medo de que alguma coisa corra mal... medo de algum animal inofensivo... medo de falar de alguns assuntos... medo de arriscar em situações básicas e sem perigo algum... Porquê estes medos? E porque é que, por vezes, eles conseguem dominar-nos e afectar o nosso dia-a-dia? Odeio ter medo... mas sinto que cada vez tenho mais. A vossa "overthinker" Tania

Lado nenhum...

Sentir que não se pertence a lado nenhum é qualquer coisa de... difícil de explicar.  É como se estivéssemos ali à deriva... sem saber se devemos remar contra a maré ou deixar-nos levar... E de nada adianta estarmos rodeados de muita gente. Por vezes até é pior... ainda nos faz sentir mais à parte... excluídos... intrusos mesmo. E é este o sentimento ultimamente. Como se me faltasse sempre alguma coisa para pertencer a um núcleo... como se fosse sempre a intrusa num grupo ou evento. A vossa "overthinker" Tânia Rodrigues 

Confusa...

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Quero chorar... mas, ao mesmo tempo, não quero.  Quero gritar... mas, ao mesmo tempo, ficar em silêncio.  Quero desaparecer... mas, ao mesmo tempo, ser vista. Quero fugir... mas, ao mesmo tempo, ficar. Confuso, não é?  É isto, a minha mente hoje... A vossa "overthinker" Tânia

O som e a mente...

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Já há algum tempo que andava desconfiada de algo mas ainda não tinha conseguido tirar as teimas... Já me tinha meio que apercebido que a minha mente e o meu estado de ansiedade/espírito variava consoante o tipo de música que ouvia. Nada de novo a qualquer mortal, especialmente no que toca aos estados de espírito.  Mas a mente e a ansiedade, nos últimos dias, andaram em modo montanha-russa... mas daquelas mesmo extremas. A possível razão? Fiquei sem Spotify e andei só a ouvir o que passava na rádio e o que tinha na pen do carro. Ou seja... música zen e afins... zero. E foram crises de ansiedade, de choro, de medos a virem ao de cima, de todo um turbilhão de pensamentos nem sempre bons... o que me deixou a pensar ainda mais do que o costume. Hoje voltei à minha música zen. Pode até ser efeito placebo, mas a verdade é que me sinto muito mais tranquila, relaxada e pronta para enfrentar "monstros" e espalhar Amor.  Não vou deixar de ouvir as minhas músicas e bandas preferidas de v...

Mudar...

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Como se muda um sentimento ou maneira de pensar? Como deixamos de nos sentir uma desilusão para todos ou sequer de pensar que o somos? Como se apagam anos e anos de acharmos que ninguém se orgulha do que somos ou até apenas de nos ter como amigos? Como curamos as feridas de tanto tempo a achar que somos importantes para depois percebermos que somos apenas mais uma pessoa na contagem?  Como correspondemos às expectativas que depositam em nós se nos achamos uma nulidade ou uma desilusão? Nem sempre a força de vontade de mudar é suficiente... e o esforço chega a ser desumano. Mas continua-se na luta. Mudar devia de ser tão mais fácil... A vossa "overthinker" Tânia

Dia mau...

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Há dias bons... dias menos bons... e dias maus. Hoje é um dia mau. Por mim tinha passado o dia todo a dormir... ou só mesmo fechada no quarto. Nem precisava de comer, só de ir ao wc.  Não tenho razões para tal... ou pelo menos acho que não tenho... mas tem sido, todo o dia, um sentimento constante de incompetência, de fardo para os outros, de inutilidade, de estorvo, de que não iria fazer falta a ninguém se desaparecesse. Vontade de chorar? Estranhamente, zero. É como se estivesse dormente ou resignada com toda a situação... numa de "é o que é". Hoje não há forças para lutar contra nada... não há forças para sair do fundo do poço... é deitar lá e esperar que o amanhã seja melhor. A vossa "overthinker" Tânia