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A mostrar mensagens de novembro, 2022

Chorar só porque sim...

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Chorar só porque sim... só porque nos apetece... mesmo sem motivos para tal. E porque não? Porque temos de ter uma razão ou uma explicação para tudo? Às vezes é mesmo só porque sim, porque é o que o nosso estado de espírito pede. Não temos uma razão explicável... é apenas o que sentimos... uma vontade tremenda de chorar... como se sentíssemos que isso nos limparia a alma.  Não sei se é da ansiedade ou de outra coisa qualquer mas, volta e meia, tenho dias desses... em que, acima de qualquer outra, tenho a necessidade de chorar. Tento aguentar o mais possível... geralmente até me ir deitar... e depois deixo sair tudo. E que alívio que é...! Deixa a mente dormente e até parece que o sono corre melhor. Hoje é um desses dias... logo vai ser uma dessas noites. Talvez amanhã seja um dia melhor... A vossa "overthinker" Tania

A mente nos dias maus...

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O que vai na mente de uma ansiosa/overthinker em dias ou noites menos boas? Vai mil e uma coisas, acreditem... Do achar-se uma nulidade e questionar a importância da sua própria existência ao resignar-se e pensar "o tiver de ser, será"... Vai do sorrir ao lembrar certos momentos ao chorar até adormecer com medo que nunca mais se voltem a repetir... Ser "overthinker" não é nada fácil. Não é algo que se consiga ligar e desligar quando e onde queremos. É cansativo e desgastante e leva-nos a pensar que falhamos porque achamos que não conseguimos retribuir, na mesma medida, o apoio que algumas pessoas nos dão, à conta de analisarmos e questionarmos tudo tão ao pormenor. Mas nós tentamos... talvez não da mesma maneira, mas tentamos.  A vossa "overthinker" Tânia

Zona de conforto...

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Porque temos tanto medo de sair da nossa zona de conforto? Porque temos tanto medo de arriscar?  Não sei se é devido à ansiedade, mas sempre que penso em arriscar, seja no que for, a minha cabeça pensa logo no "e se...?"! E nunca é de forma positiva.  "E se não corre bem?"... "E se é um tiro no pé? Depois não posso voltar para trás!"... "E se percebi mal e perco uma boa amizade à conta de arriscar?"... "E se eu arrisco e é o meu fim?"...  São, muitas das vezes, pensamentos destes que me inundam a mente quando penso, sequer, em dar um passo em direcção ao incerto, ao desconhecido. E assusta-me. Muito mesmo. Não saber o que posso encontrar ou o que pode acontecer... deixa-me quase petrificada de medo.  E acabo, quase sempre, por não soltar as amarrar e navegar livremente. Fico ali, no porto... em segurança. Onde sei o que tenho, o que vejo, o que sei que consigo controlar. Sim, eu sei que a vida não se controla e que temos de arriscar par...

Forças...

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Onde vamos buscar forças nos dias menos bons? Não é que estejamos tristes... apenas estamos cansados. E o sentimento é de que só precisávamos de um bocadinho de forças para aguentar o dia... como se fosse um frasco de poção ou um gole do caldeirão do Astérix.  Eu ainda não descobri onde vou buscar... ou melhor... acho que até sei. Às minhas pessoas... e ao meu anjo da guarda. Não, não acredito em Deus. Eu sei, eu sei... como é que se acredita em anjos mas não se acredita em Deus? Porque o anjo... eu sinto-o. E não foi uma nem duas vezes que o senti! Aquele abraço sem estar ninguém por perto... aquele cheiro adocicado que tantas vezes sinto sem saber como nem porquê... e o conforto que me dão esses momentos e esses abraços! Sinto mesmo a energia limpa a entrar de mim e a acalmar-me a alma e a mente. Esta semana foi um bocado assim... faltaram-me as forças várias vezes. Não pude estar com as minhas pessoas tanto quanto quis e precisava... mas o meu anjo nunca me abanou. Todas as noites, ...